segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Plano de aula para ensino de Artes
1) Título: Introdução a artes visuais
2) Objetivo: iniciar os alunos no conhecimento das artes visuais e incentivá-los a produzir uma peça de argila.
3)   Público alvo: alunos do primeiro ano
4) Material: vídeo sobre esculturas, argila, palitos, pincéis, escovas.

5)  Desenvolvimento: colocarei os alunos para ver o vídeo onde mostra várias formas de esculturas como forma de criar neles interesse e desejo de fazer seu próprio trabalho. Os alunos serão colocados assentados no chão e poderão formar grupos de até quatro crianças, de forma que um possa se inspirar no trabalho do outro ou mesmo ajudar. Depois cada aluno receberá uma porção de argila e palitos, pincéis e escovinhas para ajudar a marcar o barro e desenvolver sua escultura. Durante a execução os alunos serão orientados a usar a criatividade e imaginação. Não será exigido nenhuma escultura com aparência semelhante a coisas, animais ou pessoas, mas a escultura deve ser de acordo com a forma que o aluno desejar. Depois de concluído o trabalho as esculturas serão colocadas ao sol para secar.


6)  A avaliação será feita levando em conta a motivação, interesse e criatividade de cada aluno, sendo que nenhum deles ficará com nota menor que a metade, levando em conta que houve participação e envolvimento de todos.


segunda-feira, 8 de junho de 2015

TRABALHANDO COM MASSINHA DE MODELAR

Trabalhar habilidades motoras finas é de suma importância para o posterior desenvolvimento da escrita e de outras atividades no decorrer da vida diária das crianças
Nos momentos em que manipulam massinha de modelar as crianças utilizam músculos pequenos das mãos enquanto apertam,beliscam,puxam,enrolam,recortam etc. o que auxilia de forma potencial no desenvolvimento da motricidade fina.
Não bastasse tudo isso, a massinha de modelar dá ao professor oportunidade de introduzir os mais diversos temas em sala de aula e contextualizá-los de forma super divertida.
O trabalho com massinha de modelar é riquíssimo pois permite uma gama significativa de abstrações, assimilações e construções do conhecimento pela criança, principalmente do conhecimento lógico-matemático. Para o professor a vantagem é a possibilidade de realizar importantes diagnósticos e interferências para um melhor desenvolvimento infantil enquanto as crianças estão(para elas) "brincando".
As formas de trabalhar são varias e, de acordo com sua intenção(professor) pode ser "livre" ou dirigida.
1-MANIPULAÇÃO LIVRE:

A criança recebe a massinha e brinca livremente sem nenhum tipo de recomendação. Podemos observar seus interesses temáticos, capacidades criativas, conhecimentos já construídos.

2- MANIPULAÇÃO COM FORMAS DE PLÁSTICO



Muito interessante pois permite que a criança seja desafiada com os encaixes e desencaixes de massinha dentro das forminhas sem saída livre, o desenformar de figuras vazadas.
A comparação de formas construídas iguais e diferentes pela forma, pela cor e tamanho.
Trabalhar com massinha de modelar permite ao professor "brincar" com os alunos e ajudar no desenvolvimento da criatividade, da coordenação motora ao mesmo tempo. Permite soltar a imaginação e ver o resultado da obra de artistas tão pequenos. E para completar a atividade pode se colocar uma música de fundo e pedir as crianças que cantem enquanto modelam.

Fontes: http://www.feac.org.br/beneficios-da-massinha-de-modelar-no-desenvolvimento-de-habilidades-na-educacao-infantil/
http://brincadeirasdeprofessor.blogspot.com.br/2010/04/massinha-de-modelar.html

terça-feira, 2 de junho de 2015

Notícias
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Pesquisador critica metas do PNE que estimulam a meritocracia


Em debate na Conae 2014, Luiz Carlos de Freitas afirma que planos regionais podem amenizar decisões do plano nacional


Deborah Ouchana
 
Para se ter qualidade em educação
Precisa ter qualidade
De vida, alimentação
Segurança e moradia
Justiça e cidadania
Transporte e habitação
Os versos do cordel de Crispiniano Neto foram citados pelo professor Luiz Carlos de Freitas, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), durante o colóquio Avaliação, participação e controle social: da educação infantil à pós-graduação, na Conae 2014, como um resumo perfeito das condições que envolvem uma educação de qualidade.
Rayssa Coe
Luiz Carlos de Freitas: Conae pode interferir na criação dos planos estaduais e municipais de Educação
Crítico das reformas empresariais na educação, o professor lamentou metas aprovadas no Plano Nacional de Educação (PNE) que, em sua opinião, tem como princípio pressionar as escolas e os sistemas na tentativa de melhorar a qualidade educacional. “Temos duas tendências nas políticas públicas: uma delas entende que o avanço se faz pela mobilização das escolas e que a política deve dar ferramentas aos atores da escola para o processo de melhorias”, explica. “A outra, que se apresenta dominante no PNE, parte do pressuposto que temos um grupo de profissionais não confiáveis e por isso temos que discipliná-los e pressioná-los”, afirma.
Entre as metas criticadas pelo educador, destaca-se a meta 7.2, que visa assegurar que, até o quinto ano de vigência do plano, pelo menos 70% dos alunos do ensino fundamental e do ensino médio tenham alcançado nível suficiente de aprendizado em relação aos direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento de seu ano de estudo. Essa meta, recorda o professor, será associada a políticas de meritocracia.
Segundo Freitas, a situação lembra a mesma vivida nos Estados Unidos em 2001, quando o país criou sua lei de responsabilidade educacional e traçou uma meta para que em 2014 todos os estudantes fossem proficientes em leitura e matemática. O prazo determinado chegou e esse índice não passa hoje de 60% dos alunos. “Qual foi o efeito dessa fixação de meta para a educação pública nos Estados Unidos? Destruiu-se o sistema público de ensino porque a imagem da educação pública foi denegrida”, aponta. O resultado foi uma política de privatização da educação, justificada pelo não cumprimento da meta, que para Freitas, se mostrava inalcançável, assim como a estabelecida no PNE.
“Para atingir essa meta, precisaríamos de uma lei que falasse na redução da desigualdade social. 60% das variáveis que afetam o desempenho escolar estão fora da escola e o nível socioeconômico é uma delas”, destaca.
Embora o PNE tenha sido aprovado dessa forma, Freitas acredita que a Conae 2014 pode interferir na criação de planos estaduais e municipais de educação que amenizem as políticas meritocráticas aprovadas no plano nacional. Ainda assim, ele reconhece que a pressão e cobrança nos sistemas educacionais por resultados serão altas nos próximos anos.

fonte: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/noticias/pesquisador-critica-metas-do-pne-que-estimulam-a-meritocracia-332693-1.asp

Projeto em análise no Congresso traça objetivos para o ensino no Brasil até 2020

Em análise no Congresso desde 2011, o Plano Nacional da Educação (PNE) traça objetivos e metas para o ensino no País em todos os níveis (infantil, básico e superior) para serem cumpridos até 2020. A meta mais polêmica é a 20, que trata do percentual do PIB que deve ser investido em educação. Para garantir o que chama de "revolução no ensino" e o cumprimento desta meta, a presidente enviou ao Congresso, paralelamente, um outro projeto para destinar  100% dos royalties do petróleo e recursos do pré-sal em educação.

Saiba o que prevê o PNE:
Meta 1
Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE.
Meta 2
Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.
Meta 3
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.
Meta 4
Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.
Meta 5
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.
Meta 6
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Meta 7
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb :
Ideb2015201720192021
Anos iniciais do ensino fundamental5,25,55,76
Anos finais do ensino fundamental4,755,25,5
Ensino médio4,34,755,2

Meta 8
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)
Meta 9
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.
Meta 10
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio.





Meta 11
Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.
Meta 12
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.
Meta 13
Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores.
Meta 14
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.
Meta 15
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.
Meta 16
Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.
Meta 17
Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.
Meta 18
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.
Meta 19
Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observada a autonomia federativa e das universidades.
Meta 20
Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-06-03/conheca-as-20-metas-do-plano-nacional-de-educacao.html

quarta-feira, 6 de maio de 2015

POLÍTICAS PUBLICAS EDUCACIONAIS

Qual o plano de trabalho da secretaria de Educação de Ubá?
Em contato com a secretaria tivemos a seguinte resposta:

"A SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAçãO DE UBÁ TEM O PLANO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO QUE ENCERROU EM 2014.
E ESTÁ EM PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO DOCUMENTO BASE DO PLANO MUNICIPAL DECENAL DE EDUCAÇÃO. QUE DEVERÁ SER CONCLUÍDO ATE 24/06 DE 2015. HA TAMBÉM NA SECRETARIA UM PLANO DE METAS ELABORADO PELO SETOR PEDAGÓGICO QUE SERVE COMO PARÂMETRO PARA POLITICAS EDUCACIONAIS ADOTADAS."

Caso eu fosse secretária de educação de Ubá daria ênfase em promover seminários e cursos de treinamento e capacitação gratuito para professores do ensino fundamental. Faria com que as escolas fossem ambientes agradáveis para alunos, professores e funcionários, valorizando áreas verdes, espaços lúdicos e espaços de leitura. Faria da escola um lugar onde a criança não gostaria de deixar. Promoveria jogos escolares que incentivassem o ensino da matemática e a interação entre alunos de outras escolas. 

PREFEITURA

Secretaria Municipal de Educação

por Assessoria de Comunicação da PMU
28/05/2010 09:40
Secretária Adjunta de Educação
Maria do Carmo Mello
Compete à Secretaria Municipal de Educação planejar, organizar, coordenar e controlar as atividades relacionadas ao oferecimento da educação básica, compreendido o ensino infantil, fundamental e médio, orientada por valores fundamentais como dignidade da pessoa, igualdade, isonomia, participação da comunidade, universalização, valorização do magistério, eficácia e eficiência.

Secretária Municipal de Educação: Maria do Carmo Mello
Professora graduada em pedagogia. Especialização em Psico-pedagogia (Universidade de Havana/Cuba) e Mestrado em Educação (Universidade de Havana/Cuba).
Foi professora nas áreas de ensino fundamental, educação infantil e ensino médio nas zonas urbana e rural. Atua como professora do ensino superior há 22 anos (Unipac e Fagoc).

Telefones: (32) 3301.6201 / 3301.6211
fonte: http://www.uba.mg.gov.br/Materia_especifica/6539/Secretaria-Municipal-de-Educacao

Dilma diz que mudança no comando do Ministério da Educação é pontual


Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil Edição: Valéria Aguiar
A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (19) que a saída do ministro da Educação, Cid Gomes, foi uma alteração pontual. Segundo ela, no momento, não há perspectiva de alterar mais nenhum cargo no governo. 
“Vocês estão criando uma reforma no ministério que não existe. São alterações pontuais, estou fazendo uma alteração pontal no Ministério da Educação. Não tenho perspectiva de alterar nada, nem ninguém, mas as circunstâncias às vezes obrigam você alterar, como foi o caso da educação," observou.
"Não tem reforma ministerial. Reforma ministerial é uma panaceia, ou seja, não resolve os problemas. O que resolve os problemas é o que estamos colocando em prática”, disse aos jornalistas, após cerimônia no Palácio do Planalto.

O ministro da Educação, Cid Gomes, pediu demissão à presidenta Dilma Rousseff, após desgaste com o
 Congresso NacionalSobre quem substituirá Cid Gomes, Dilma acrescentou que o novo nome para ocupar a pasta não será escolhido com base em composição partidária." Vou escolher a pessoa boa para a educação, e não a pessoa desse, daquele ou de outro partido".
fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2015-03/dilma-diz-que-mudanca-no-comando-do-ministerio-da-educacao-e-pontual

terça-feira, 5 de maio de 2015

Boa noite!
Quanto tempo não acrescento nenhuma postagem no Aventura das Letras! Mas hoje quero que conheçam o INES - INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS. Neste site vocês vão conhecer um pouco do que é feito em favor dos deficientes auditivos e de fala no tocante à educação e oportunidades.

Acesse: http://www.ines.gov.br/index.php/historia-ines