Como é bom voltar no tempo e relembrar de coisas e pessoas, lugares e situações! Ao ver as fotos de alunos e professores no Museu Fotográfico de Guidoval (é um endereço do Facebook, visite, é muito interessante) mesmo não sendo da minha época na Escola Estadual Mariana de Paiva fiquei com saudade daquele lugar. Cidade no interior é assim, tudo que acontece pára a cidade. Isso mesmo, pára do verbo parar. As pessoas saíam de suas casas para acompanhar os desfiles de 7 de Setembro, os comerciantes paravam o que estavam fazendo e iam para as calçadas apreciar o desfile. Que tempo bom!
Tenho saudade das manhas de sexta-feira onde os alunos se reuniam no pátio da escola para a hora cívica. Cantávamos o Hino Nacional Brasileiro, havia hasteamento da Bandeira Nacional, declamação de poesias. Todos uniformizados e reverentemente cantando o hino de cor. Hoje em dia não há mais isso, parece que o civismo está ultrapassado. Os estudantes mal sabem começar o hino e se engasgam com as palavras rebuscadas.
Não podemos perder nossa memória. Preservar documentos, fotos, objetos é muito importante para as futura gerações. Como escreveremos nossa história se não guardarmos nossas memórias?
quarta-feira, 19 de março de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
A nuvenzinha triste
A nuvenzinha triste
Então ela viu uma borboleta colorida voando, voando. E ela pensou:
- Eu poderia ser uma borboleta!
Ela se espichou daqui e dali e...

Logo se transformou numa borboleta. Que bom! Agora ela parecia com uma borboleta. Ela podia voar pra lá e pra cá. Mas, a borboleta não podia voar mais alto. E ela então se cansou de ser borboleta.
Mais tarde, ela viu um passarinho voando pelos ares. E ela pensou:
- Eu poderia ser um passarinho e ir a muitos lugares!

E ela se espichou daqui e dali, transformando-se em um passarinho. Agora sim ela poderia ser feliz. Afinal, agora ela poderia voar bem alto, conhecer muitos lugares, muitas pessoas. Mas, ela logo se cansou de voar, de ir para longe das outras nuvens. Ela ficava tão sozinha!
Então ela viu um balão colorido. Ela ficou impressionada com a altura que ele voava, era tão bonito e voava tão alto! As crianças riam e brincavam com ele, parecendo tão felizes!
A nuvenzinha resolveu então ser um balão.
Foi se espichando dali e daqui, até que se transformou num balão. E quando o vento soprava, o balão voava bem alto. Mas ela se cansou de ser balão. As crianças não se alegravam mais com ela!
E numa noite, ela viu a lua brilhando no céu. Ela também quis ser lua.

Espichou daqui e dali, ela se transformou numa lua bem bonita. Mas, a vida da lua não era muito boa. E, ela, se cansou de ser lua.
A nuvenzinha já estava desanimada por procurar ser tanta coisa e não conseguir ser feliz.
As outras nuvens começaram a conversar com ela, para saber a razão de sua tristeza. Então ela explicou que já havia transformado em tantas coisas e nada havia lhe trazido alegria.
Então ela começou a chorar. Suas lágrimas foram caindo, caindo... como gotinhas de água em cima da terra, do campo, das flores e logo o capim foi crescendo e ficando verdinho, as flores foram se abrindo alegrando o jardim.
11- E a nuvenzinha foi ficando alegre e compreendendo como era importante ser uma nuvenzinha. Ela já não queria ser outra coisa. A borboleta, o passarinho. O balão, a lua, cada um tinha sua função, cada um era importante.
A nuvenzinha descobriu como era maravilhoso ser uma nuvem. Deus criou a nuvenzinha para nos dar chuva, que molha a terra, o campo, dando alimento para as pessoas e os animais. Assim através de suas gotinhas ela descobriu que podia alegrar muita gente e se tornou feliz.
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